SERÁ QUE UM CRENTE NADA PERDE? Não é verdade que o crente nada perde. Diminuímos esta vida ao preferir o mito de uma vida após a morte, e sacrificamos a honestidade à perpetuação de uma mentira. A religião exige tempo, energia e dinheiro, desviando recursos humanos valiosos do melhoramento deste mundo. O conformismo religioso, um instrumento de tiranos, é uma ameaça à liberdade.Também não é verdade que o descrente nada ganha. Rejeitar a religião pode ser uma experiência libertadora positiva, ganhando perspectiva e liberdade para questionar. Os livres-pensadores sempre estiveram na linha da frente do progresso social e moral.
Me explica como um pastor com um currículo tão grande vira um apóstata??? Pois ele já teve a experiencia do batismo no Espírito Santo, já falou linguas estranhas, etc.] Me responda por favor, o que foi isso então??? AGUARDO RESPOSTA
Na verdade esta pergunta deveria ser direcionada a ele meu amigo! Mas vou repeti o que ele mesmo diz: "A aceitação do desafio racional. O desafio de pôr em dúvidas as doutrinas religiosas e sua cosmovisão existencial. Isto é, permití-se duvidar,e questionar a fé, aceitar o desafio de não dar razão a fé e as crenças religiosas. Se houver honestidade por parte de qualquer pessoa ao fazer isso, chegará as mesmas conclusões que nos leva ao ateísmo".
Tomei o cuidade de colocar a palavra "evidência" assim como você lê aqui: entre aspas. O que os crentes têm por certo é que a pessoa falar coisas sem sentido e sem nexo, é "evidência" de que alguém é batizado no espírito santo. Como Dawkins bem disse em seu livro "Deus, um Delírio", tudo o que acontece com relação a manifestações religiosas não passa de delírio. O falar em "línguas estranhas", nada mais é do que a demonstração pública desse delírio. Inclusive, já foi feita uma pesquisa pra se verificar se as coisas faladas nesses momentos de delírio (línguas estranhas) correspondiam em sua estrutura, de fato, a alguma língua ou idioma, mesmo que desconhecido. E o resultado foi que a estrutura delas não poderia corresponder a um idioma ou língua, ainda que desconhecidas. Você já teve oportunidade de visitar um hospício ou manicômio? Lá tem-se as mesmas manifestações (línguas, pulados, sapateados, danças, "profecias", visões...). Preciso dizer mais uma coisa a respeito, ou já entendeste que é um fenômeno meramente psico-emocional? Nietzsche já dizia: "uma breve visita ao hospício mostra que a fé não prova nada".
O fanático nunca se permite mudar de opinião. Mudar de opinião, após sinceros períodos de reflexão e introspecção é demonstração de sobriedade, honestidade e sanidade mental.
Concluo que o termo "agnóstico" é mais adequado para definir a minha posição quanto à crença/descrença em deus.
Por que? Porque mesmo intimamente não acreditar em deus, sou indiferente nas discussões públicas acerca do assunto. Não me interesso em demonstrar que a divindade não existe. INDIFERENÇA.
E, como vejo positivamente a influência da religião teísta ocidental, com muito mais pontos positivos do que negativos, então, definitivamente não há motivações, nem existenciais, nem políticas, para promover, ainda que indiretamente, o ateísmo.
Visto que, ficar declarando publicamente o ateísmo, isso por si só, já é uma promoção dessa posição. Mesmo que entenda o ateísmo não-militante, como uma mera condição.
Espero que todos me entendam. Não virei um antiateu, pois o termo "ateu", etimologicamente, ainda me define. Porém, publicamente, devido a postura de indiferença quanto ao assunto, o título de "agnóstico" é mais adequado.
5 comentários:
SERÁ QUE UM CRENTE NADA PERDE? Não é verdade que o crente nada perde. Diminuímos esta vida ao preferir o mito de uma vida após a morte, e sacrificamos a honestidade à perpetuação de uma mentira. A religião exige tempo, energia e dinheiro, desviando recursos humanos valiosos do melhoramento deste mundo. O conformismo religioso, um instrumento de tiranos, é uma ameaça à liberdade.Também não é verdade que o descrente nada ganha. Rejeitar a religião pode ser uma experiência libertadora positiva, ganhando perspectiva e liberdade para questionar. Os livres-pensadores sempre estiveram na linha da frente do progresso social e moral.
Me explica como um pastor com um currículo tão grande vira um apóstata???
Pois ele já teve a experiencia do batismo no Espírito Santo, já falou linguas estranhas, etc.]
Me responda por favor, o que foi isso então???
AGUARDO RESPOSTA
Na verdade esta pergunta deveria ser direcionada a ele meu amigo! Mas vou repeti o que ele mesmo diz: "A aceitação do desafio racional. O desafio de pôr em dúvidas as doutrinas religiosas e sua cosmovisão existencial. Isto é, permití-se duvidar,e questionar a fé, aceitar o desafio de não dar razão a fé e as crenças religiosas. Se houver honestidade por parte de qualquer pessoa ao fazer isso, chegará as mesmas conclusões que nos leva ao ateísmo".
Ivanir,
Tomei o cuidade de colocar a palavra "evidência" assim como você lê aqui: entre aspas. O que os crentes têm por certo é que a pessoa falar coisas sem sentido e sem nexo, é "evidência" de que alguém é batizado no espírito santo.
Como Dawkins bem disse em seu livro "Deus, um Delírio", tudo o que acontece com relação a manifestações religiosas não passa de delírio. O falar em "línguas estranhas", nada mais é do que a demonstração pública desse delírio. Inclusive, já foi feita uma pesquisa pra se verificar se as coisas faladas nesses momentos de delírio (línguas estranhas) correspondiam em sua estrutura, de fato, a alguma língua ou idioma, mesmo que desconhecido. E o resultado foi que a estrutura delas não poderia corresponder a um idioma ou língua, ainda que desconhecidas.
Você já teve oportunidade de visitar um hospício ou manicômio? Lá tem-se as mesmas manifestações (línguas, pulados, sapateados, danças, "profecias", visões...). Preciso dizer mais uma coisa a respeito, ou já entendeste que é um fenômeno meramente psico-emocional?
Nietzsche já dizia: "uma breve visita ao hospício mostra que a fé não prova nada".
Obrigado a todos que estão comentando.
realmente somos loucos, tentamos ser razoaveis...
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