Nosso mundo é construção, controlado por corporações poderosas e seguido por mansas manadas. Escravidão e controle não são coisas recentes. Pessoas como Voltaire entendia bem desses fenômenos. Mas nos dias atuais, a escravidão assume modalidades pavorosamente novas: o alvo é a subjetividade dos seres humanos; fazer com que não pensem; anular sua essência de homo sapiens. O nome é uma alusão a esse grande pensador, um homem verdadeiramente comprometido com sua espécie: Voltaire. Ele escreveu um romance chamado "Candido, ou O Otimismo". Nesse livro há um personagem que se chama Dr. Pangloss (escrito com dois "s"), caracterizado por justificar tudo, até mesmo o injustificável. Nesse sentido, o "Mundo de Panglos" é exatamente este em que vivemos, no qual o poder comunicacional das diversas mídias tenta nos sufocar e justificá-lo. Um mundo de muitas pessoas silenciadas, passivas, como manadas. Por isso é importante oferecer nossa resistência. Se puder, indique o vídeo a outras pessoas.
O fanático nunca se permite mudar de opinião. Mudar de opinião, após sinceros períodos de reflexão e introspecção é demonstração de sobriedade, honestidade e sanidade mental.
Concluo que o termo "agnóstico" é mais adequado para definir a minha posição quanto à crença/descrença em deus.
Por que? Porque mesmo intimamente não acreditar em deus, sou indiferente nas discussões públicas acerca do assunto. Não me interesso em demonstrar que a divindade não existe. INDIFERENÇA.
E, como vejo positivamente a influência da religião teísta ocidental, com muito mais pontos positivos do que negativos, então, definitivamente não há motivações, nem existenciais, nem políticas, para promover, ainda que indiretamente, o ateísmo.
Visto que, ficar declarando publicamente o ateísmo, isso por si só, já é uma promoção dessa posição. Mesmo que entenda o ateísmo não-militante, como uma mera condição.
Espero que todos me entendam. Não virei um antiateu, pois o termo "ateu", etimologicamente, ainda me define. Porém, publicamente, devido a postura de indiferença quanto ao assunto, o título de "agnóstico" é mais adequado.
Um comentário:
Nosso mundo é construção, controlado por corporações poderosas e seguido por mansas manadas. Escravidão e controle não são coisas recentes. Pessoas como Voltaire entendia bem desses fenômenos. Mas nos dias atuais, a escravidão assume modalidades pavorosamente novas: o alvo é a subjetividade dos seres humanos; fazer com que não pensem; anular sua essência de homo sapiens. O nome é uma alusão a esse grande pensador, um homem verdadeiramente comprometido com sua espécie: Voltaire. Ele escreveu um romance chamado "Candido, ou O Otimismo". Nesse livro há um personagem que se chama Dr. Pangloss (escrito com dois "s"), caracterizado por justificar tudo, até mesmo o injustificável. Nesse sentido, o "Mundo de Panglos" é exatamente este em que vivemos, no qual o poder comunicacional das diversas mídias tenta nos sufocar e justificá-lo. Um mundo de muitas pessoas silenciadas, passivas, como manadas. Por isso é importante oferecer nossa resistência. Se puder, indique o vídeo a outras pessoas.
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