quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A criação de uma casta privilegiada: O PLC 122/2006 (Parte 1)

A Sociedade Planeta Ateu teve seu nome alterado para Sociedade Conservadores Ateus e sua nova url é:

5 comentários:

Anonymous disse...

Crime é crime . Uma coisa é a pessoa não achar o homossexualismo algo comum , outra coisa é ofender ou agredir um homossexual .

Sou contra qualquer agressão,não apenas contra gays , mas contra qualquer cidadão .

Olhando pelo critério científico , um gago sofre de um problema que deve ser tratado, ( disfemia ) .
Dizer que a gagueira não é algo comum , é algo que afeta poucas pessoas da sociedade e que deve haver tratamento para disfemia , não significa que você odeia gagos , isso não significa que você quer agredir um gago . Você está dizendo a verdade , e o gago se não estiver bem com sua desordem de fluência na fala , ele deve ter o direito de procurar um tratamento médico para curá-lo ou ao menos diminuir sua desordem . Isso é preconceito ? Isso significa odiar gagos ? Isso é alguma ofensa ? Seria gagofobia ?

Hoje em dia por exemplo, um homossexual que sofre de homossexualismo egodistônica e quer procurar um tratamento médico para curar um transtorno gerado pelo incomodo de ser homossexual deve ter esse direito, deve ter , mas não tem .
É proibido que qualquer profissional da área da saúde, trate um homossexual que não deseja mais ser homossexual . ( homossexualidade egodistônica )

Imagine se um gago quiser se tratar de seu problema, mas é impedido porque os profissionais adequados podem ser indiciados por gagofobia ?
Imagine uma pessoa obesa que não pode procurar tratamento, porque o endocrinologista ou o nutricionista pode ser processado por obesofobia ?
O gago , ou a pessoa obesa que se sente bem assim, não é obrigado a fazer nenhum tratamento , apenas se eles quiserem .
Um homossexual também não é obrigado a fazer nenhum tratamento , mas se um homossexual que sofre de egodistônica por exemplo , quiser fazer um tratamento para curar o seu transtorno de egodistônica ele deve ter esse direito .
Tirar o direito de alguém que não se sente bem como é, e quer se tratar para mudar de vida , é ir contra a ciência , tirar esse direito é contra a medicina e o conhecimento adquirido ao longo dos séculos , tirar esse direito de alguém é desumano .
Quem proíbe a medicina de curar aqueles que querem ser curados ( como os que sofrem de homossexualidade egodistônica ou transtorno de identidade ) são ditadores , proibir que a ciência ajude pessoas é coisa de ditadores .

Anonymous disse...

Sexualidade infantil - Wikipédia .

"Sexualidade infantil refere-se ao sentimento, comportamento e desenvolvimento sexual das crianças.
eorias sobre o desenvolvimento sexual podem ser largamente divididas em duas correntes: aquelas que tendem a dar ênfase à biologia inata (que pode ser incentivada ou inibida durante a infância) e aquelas que tendem a enfatizar a sexualidade como uma construção social (onde a sexualidade da criança será fortemente influenciada pela sociedade como um todo).
A sexualidade humana é definida como um conjunto de representações vivenciais, valores, regras, determinações, simbologias existenciais pessoais e coletivas que envolvem a questão da identidade sexual do homem e da mulher.
À frente de tudo isto esta a ditadura comportamental da mídia, o novelismo é que dita as regras e compõe a sociedade moderna. Ao contrário do que pensam os adultos, crianças são seres humanos e, como tais, sexuados. Dependem de nossa postura e ação para iniciarem o sexo com naturalidade e maturidade. "

PARA DEIXAR BEM CLARO , O QUE ESTÁ ESCRITO MAIS À CIMA E EM BAIXO , ESTÁ NO WIKIPÉDIA .

Anonymous disse...

" Conhecendo melhor o desenvolvimento da sexualidade infantil constatou-se que os comportamentos sexualmente tipificados são aprendidos desde tenra idade e, por isso mesmo, a escola desempenha um importante papel quando, através das informações corretas, garante e protege o desenvolvimento natural da sexualidade.
O indivíduo é resultado de sua formação, de seu tempo, de sua família, de suas experiências, crenças, religiões, dos seus conceitos, dos livros que leu, dos filmes que assistiu.
Se hoje a família tem dificuldades para cumprir seu papel na sociedade, que é de educar as crianças, o papel de pai e de mãe, perdeu-se em um mundo, onde se troca toda a atenção necessária, por tudo o que o crediário possa comprar. É isto que o capitalismo nos impõe. A família no século XXI mudou o seu modo de viver, no seu núcleo, a figura da mulher que antes tinha a santificada tarefa de educar os filhos, de acompanhar passo a passo sua infância e adolescência, orientá-los diariamente em todas suas posturas e comportamentos, hoje já não existe mais, pois a mulher tomou seu lugar nesta sociedade capitalista e, está inserida no mercado de trabalho, passando longo períodos fora do lar. Muitas têm dificuldades em relacionar o trabalho fora, com a jornada dupla da responsabilidade da casa e de educar os filhos, paralelamente a isto, mesmo com todo o modernismo, com toda a abertura dos temas sexuais em nossa sociedade, muitos pais tem dificuldade em abordar o tema sexualidade com os filhos.

Anonymous disse...

Somos seres sexuados, é natural do ser humano ser curioso, principalmente quando tange a este campo, a criança desde a mais tenra idade mostra sinais de curiosidade quanto à diferença, menino/menina. O tocar nos órgãos sexuais não tem nada de anormal, o educador precisa saber diferenciar a curiosidade da malícia, e estar ciente de que há necessidade de trabalhar este campo sem censuras, sem inibir a criança e sem criar fantasias a respeito.
Precisam de compreensão em seus possíveis fracassos, experiências próprias de vida para que na fase adulta possam se sair bem nas funções exigidas pela sociedade. Isto perpassa por todo um trabalho para se educar dentro dos valores e da sexualidade.
A educação sexual da criança depende, da educação sexual do educador.
Teorias do desenvolvimento sexual podem ser de um modo geral dividida em duas escolas de pensamento:
Aqueles que tendem a enfatizam a biologia inata, que pode ser favorecida ou derturbado durante a infância. Isto é, que o desenvolvimento sexual humano é essencialmente um processo biológico e, portanto, basicamente semelhantes entre culturas, e que existe, portanto, um modelo relativamente limitado do desenvolvimento sexual saudável, embora isso possa ser perturbado pela influência da cultura ou por outros meios. Este é o método utilizado com mais freqüência no estudo dentro das escolas de ciências biológicas.
Aqueles que tendem a enfatizam que a sexualidade é uma construção sociais (com a sexualidade infantil fortemente influenciada pela sociedade que a cerca). Esta última escola utiliza muitas vezes os termos normativo (comportamento culturalmente apropriados) e não-normativo (comportamento culturalmente inadequado), e é o método utilizado na maioria das escolas de ciências sociais.
Primeiras pesquisas :
As duas personalidades mais famosas na investigação da sexualidade infantil provavelmente são Sigmund Freud (1856-1939) e Alfred Kinsey (1894-1956).
O trabalho de Freud, em 1905, Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade delineou uma teoria da desenvolvimento psicosexual com cinco fases distintas: o estágio oral (0 - 1,5 anos) onde sua principal região de prazer é a boca; o estágio anal (1,5 - 3,5 anos) quando região de prazer se desloca para o ânus; o estágio fálico (3,5 - 6 anos) quando dá-se então conta da diferença de sexos, tendendo a fixar a sua atenção libidinosa nas pessoas do sexo oposto e culminou com a resolução do Complexo de Édipo nos meninos, já as meninas o complexo de Édipo nunca se desfaz, seguida de um período de latência da sexualidade (6 anos a puberdade) e o estágio da genitalia ou adulto.
A tese básica de Freud era de que as crianças da sexualidade precoce é polimorfa e fortemente iniciativa a ter um desenvolvimento acentuado, e que as crianças precisa ajuizar ou sublimar estes para desenvolver um adulto saudável na sexualidade.
Alfred Kinsey, cujas duas principais obras são os seus estudos (1948 e 1953), utilizou recursos para fazer os primeiros inquéritos em larga escala de comportamento sexual. O trabalho deKinsey centrava-se em adultos, mas ele também estudou crianças e desenvolveu os primeiros relatórios estatísticos sobre a masturbação na infância.
Comportamento normal e anormal : Embora haja variação entre os indivíduos, as crianças geralmente são curiosas sobre os seu próprio corpo e os dos outros e se engajam em jogar onde exploram a sexualidade.[7][8] No entanto, o conceito de sexualidade infantil é fundamentalmente diferente do objetivo-direcionador do comportamento sexual adulto, sendo a imitação do comportamento dos adultos, como penetração corporal e contato oral-genital são muito incomuns,[9] sendo mais comum entre as crianças que foram abusadas sexualmente.[1], mas crianças com outros tipos de desordem de comportamento também podem apresentar outros comportamentos de natureza sexuais das outras crianças.[1

Anonymous disse...

As crianças que foram vítima de abuso sexual por vezes podem mostrar comportamento sexual improprio para a idade,[10][11] que pode ser definido como uma expressão comportamental que não é normal para a cultura. O comportamento sexual pode constituir a melhor indicação de que uma criança tenha sido abusada sexualmente, embora algumas vítimas não apresentem comportamento anormal.[10] Mas também há crianças que apresentam comportamento sexual improprio, porém, causados por outros fatores além de abuso sexual possam ter causado esses problemas.[11] Outros sintomas de abuso sexual podem incluir manifestações de stress pós-traumático em crianças mais novas; medo, agressividade, e pesadelos em crianças em idade escolar; e depressão em crianças mais velhas."

FIM DO TEXTO DO WIKIPÉDIA .

Algumas pessoas têm atração pelo mesmo sexo
porque foram abusadas na infância e na adolescência e sentiram prazer nisso, após um período , essas pessoas se sentem mal sendo homossexuais .
A Psicanálise, por exemplo, diz que o indivíduo nasce sem orientação sexual definida, e pode desenvolver qualquer gosto, de acordo com sua história pessoal e com a influência do meio.
Se uma criança cresce ouvindo que é algo absolutamente normal ela vai ter curiosidade e vai experimentar na puberdade . Ai entramos em um dilema , como ensinar as crianças a respeitarem as diferenças sem interferir na sexualidade delas ? Muito difícil .
E ainda existem vários transtornos que estão catalogados na Organização Mundial da Saúde , que podem ser incluídos aos homossexuais. Tais como :
CID-10 F66 Transtornos psicológicos e comportamentais associados ao desenvolvimento sexual e à sua orientação.
F66.0 Transtorno da maturação sexual
"O paciente está incerto quanto a sua identidade sexual ou sua orientação sexual, e seu sofrimento comporta ansiedade ou depressão. Comumente isto ocorre em adolescentes que não estão certos da sua orientação (homossexualismo, heterossexualidade ou bissexualismo), ou em indivíduos que após um período de orientação sexual aparentemente estável (freqüentemente ligada a uma relação duradoura) descobre que sua orientação sexual está mudando."

F66.1 Orientação sexual egodistônica
"Não existe dúvida quanto a identidade ou a preferência sexual (heterossexualidade, homossexualismo, bissexualismo ou pré-púbere) mas o sujeito desejaria que isto ocorresse de outra forma devido a transtornos psicológicos ou de comportamento associados a esta identidade ou a esta preferência e pode buscar tratamento para alterá-la."

F66.2 Transtorno do relacionamento sexual
"A identidade ou a orientação sexual (heterossexualidade, homossexualismo ou bissexualismo) leva a dificuldades no estabelecimento e manutenção de um relacionamento com um parceiro sexual. "

Dados da OMS que podem servir para ajudar no tratamento de homossexuais que não querem mais ser homossexuais .

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.