
Ao tratar do tema "aborto" é mister que antes desmistifiquemos alguns mitos que são difundidos pelos militantes abortistas, os "pró-escolha", os quais prefiro rotular de "abortistas de privada". Um deles é o mito relacionado à legislação brasileira. Dizem os "abortistas de privada" que o aborto no Brasil é um crime. Esta é uma meia-verdade. Na verdade, o Código Penal Brasileiro tipifica o aborto como um crime contra a vida, entretanto, em seu Art. 128, o código dispõe que tal crime não será punido em duas hipóteses:
* Risco de morte da mãe;
* Gravidez oriunda de estupro.
Portanto, na prática, a lei brasileira abre exceções para a realização do aborto. Em 2004, um Ministro do STF - Supremo Tribunal Federal - julgou uma ADPF - Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, concedendo liminar autorizando o aborto em casos de anencefalia, mais tarde, o plenário revogou tal liminar. Contudo, o julgamento desse processo ainda não foi concluído. Se, finalmente, for julgado em favor da autorização do aborto neste caso, essa jurisprudência poderá gerar uma súmula vinculante que obrigará todos os tribunais e juízes a decidirem da mesma forma. Isto é, seria como se ganhasse força de lei.
O aborto no Brasil é considerado passível de ser cometido a partir da fecundação e não de algum estágio específico da gestação. Algo que considero bastante razoável, haja vista não haverem evidências científicas satisfatórias para nos dizer em que estágio da gestação, seguramente, se tem início a vida humana. Como o que está em questão é o risco de se estar cometendo assassinatos, na dúvida, o melhor é ter essa prudência. Assim sendo, entendemos ser o aborto uma prática admissível somente em casos estritamente excepcionais. Gravidezes oriundas de estupros, gravidezes que ofereçam sérios riscos de morte da gestante, fetos anencéfalos, fetos acéfalos e no caso de gêmios xifópagos aos quais não seja possível separação mediante intervenção cirúrgica. No nosso entendimento, o Estado deve oferecer no serviço público procedimentos de intervenção de gravidezes nesses casos excepcionais.
Diferentemente, esses "abortistas de privada" querem tornar as exceções para o aborto em regra. Através de um ativismo manipulador dos dados, baseado em eufemismos, meias-verdades e enganações, eles militam a fim de que o aborto seja permitido em qualquer caso, ou seja, como mais um mero método contraceptivo a ser vendido nas farmácias. A grosso modo, seria o seguinte: a "dona" transa, se dá conta de que a sua menstruação não veio, passa na farmácia, compra o veneno para fetos, senta-se na privada, defeca a vida humana, dá descarga e parte para dar o rabo mais uma vez de forma irresponsável. Isso é absolutamente repugnante!
Muitos desses "abortistas de privada" não admitem isso publicamente. Ao contrário, fazem falsos apelos sociais para tentar ludibriar a opinião pública. Alegando coisas como:
* "A maioria das candidatas ao aborto seriam as adolescentes vítimas de gravidez precoce";
* "A maioria das candidatas ao aborto seriam as mães solteiras";
* "A maioria das candidatas ao aborto não teriam condições financeiras de criar o filho";
* "A maioria das candidatas ao aborto seriam aquelas que já teriam muitos filhos".
O levantamento feito pela UnB/UERJ desmente cada uma dessas alegações. Segundo esse levantamento, feito em 2008, o perfil da mulher brasileira que aborta é o seguinte:
* Mulheres entre 20 e 29 anos (adolescentes??);
* Mulheres que vivem em união estável (mães solteiras??);
* Mulheres que trabalham (sem condições financeiras para criar o filho??);
* Mulheres que tem em média 1 filho (muitos filhos??).
A seguir, reproduzirei trechos da análise dos argumentos dos "abortistas de privada" feita por Honradão, no blog Homens Honrados.
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Argumento 1:
“Quem tem dinheiro pode pagar uma clinica particular,com bons recursos e segurança,enquanto as mulheres de baixa renda por falta de recursos financeiros fazem procedimentos de alto risco,com altas taxas de mortalidade.”
Primeiramente,vamos deixar CLARO que o aborto é um crime,tanto do ponto de vista jurídico, quanto moral. (A maioria absoluta da população brasileira reprova o aborto)
Partindo desta premissa,vamos aos fatos.
Como podemos tentar justificar um crime pela dificuldade ou riscos que enfrentam determinadas classes sociais ao tentar executar tal contravenção penal?
O que importa é o ato,não a dificuldade ou riscos que o sujeito enfrentou para cometer tal ato. Não há o menor sentido em legalizar um crime pela dificuldade/riscos que o infrator da lei enfrenta ao comete-lo.
Seria o mesmo que dizer:
-"Vamos legalizar o roubo,sim pois enquanto pessoas com alto poder aquisitivo conseguem roubar com segurança (crime do colarinho branco) as classes mais pobres tem que se sujeitar a pegar em fuzis e irem assaltar bancos correndo um alto risco de vida.
Sim vamos legalizar o roubo,enquanto políticos roubam milhões sem nem precisar levantar de sua cadeira executiva,jovens pobres quando querem roubar também,precisam trocar tiros com a policia. Isso não é justo! Todos tem o direito de roubar sem maiores complicações ou riscos!".
Ricos roubam facilmente sem se expor a riscos como todos sabemos,pobres pegam em armas e muitas vezes morrem na tentativa de roubar.
Nos dois casos acima,tanto o sujeito rico como o pobre cometeram crimes,alguém teria coragem de propor que o roubo seja legalizado,por conta da facilidade e segurança que o sujeito rico teve ao cometer tal crime? Pois bem,é isso que as feministas querem,legalizar um crime através de um argumento vil como este!
Oque importa se classes sociais mais privilegiadas tem melhores condições de MATAR um inocente e as classes mais pobres enfrentam maiores dificuldades ao MATAR um inocente?
Uma vida foi ceifada,isso que importa porra!
Se a mulher teve mais ou menos recursos para realizar esta atrocidade pouco importa,o produto final será o mesmo em ambos os casos: Uma criança inocente morta por covardes inconsequentes que não assumiram a responsabilidade de seus atos.
Mas não,Oh que coitadinha da mulher negra que sofre em clinicas de aborto clandestinas!
Ela só tinha ido naquele local para MATAR CRUELMENTE um feto,estava na melhor das intenções,e lhe ocorre isso? Meu deus todas as mulheres deveriam ter a sua disposição os mesmos recursos das classes sociais mais altas,para assim MATAREM inocentes assim que desejarem.
Este argumento simplesmente não tem o menor sentido.
Partindo desta premissa,vamos aos fatos.
Como podemos tentar justificar um crime pela dificuldade ou riscos que enfrentam determinadas classes sociais ao tentar executar tal contravenção penal?
O que importa é o ato,não a dificuldade ou riscos que o sujeito enfrentou para cometer tal ato. Não há o menor sentido em legalizar um crime pela dificuldade/riscos que o infrator da lei enfrenta ao comete-lo.
Seria o mesmo que dizer:
-"Vamos legalizar o roubo,sim pois enquanto pessoas com alto poder aquisitivo conseguem roubar com segurança (crime do colarinho branco) as classes mais pobres tem que se sujeitar a pegar em fuzis e irem assaltar bancos correndo um alto risco de vida.
Sim vamos legalizar o roubo,enquanto políticos roubam milhões sem nem precisar levantar de sua cadeira executiva,jovens pobres quando querem roubar também,precisam trocar tiros com a policia. Isso não é justo! Todos tem o direito de roubar sem maiores complicações ou riscos!".
Ricos roubam facilmente sem se expor a riscos como todos sabemos,pobres pegam em armas e muitas vezes morrem na tentativa de roubar.
Nos dois casos acima,tanto o sujeito rico como o pobre cometeram crimes,alguém teria coragem de propor que o roubo seja legalizado,por conta da facilidade e segurança que o sujeito rico teve ao cometer tal crime? Pois bem,é isso que as feministas querem,legalizar um crime através de um argumento vil como este!
Oque importa se classes sociais mais privilegiadas tem melhores condições de MATAR um inocente e as classes mais pobres enfrentam maiores dificuldades ao MATAR um inocente?
Uma vida foi ceifada,isso que importa porra!
Se a mulher teve mais ou menos recursos para realizar esta atrocidade pouco importa,o produto final será o mesmo em ambos os casos: Uma criança inocente morta por covardes inconsequentes que não assumiram a responsabilidade de seus atos.
Mas não,Oh que coitadinha da mulher negra que sofre em clinicas de aborto clandestinas!
Ela só tinha ido naquele local para MATAR CRUELMENTE um feto,estava na melhor das intenções,e lhe ocorre isso? Meu deus todas as mulheres deveriam ter a sua disposição os mesmos recursos das classes sociais mais altas,para assim MATAREM inocentes assim que desejarem.
Este argumento simplesmente não tem o menor sentido.
Argumento 2:
“Com a descriminalização,as mulheres não irão sair fazendo aborto “toda hora”, sem critérios,só quando for necessário.”
Desde quando um crime se justifica pela frequência com que se prática tal ato? Ou inda por “critérios” duvidosos que o réu apresenta para se justificar? Quer dizer então que eu posso sim cometer crimes se for “de vez em quando” ou quando julgar “necessário”?
Então partindo desse argumento,seria plausível legalizar o homicidio (exemplo melhor impossível,pois aborto é um homicidio) sim,pois com a legalização do assassinato ninguém sairia por ai matando qualquer um que encontrasse pela frente,só pessoas com graves problemas mentais fazem isso.
Eu também teria meus “critérios” para matar quem atrapalhasse minha vida (assim como os pró-abortistas alegam que uma criança atrapalharia a vida deles) e só mataria quando fosse “necessário”.
Ou talvez:
-"Vamos legalizar o roubo,eu não irei roubar sempre pois é muito perigoso,só irei roubar quando for necessário".
Ridículo não?
Então partindo desse argumento,seria plausível legalizar o homicidio (exemplo melhor impossível,pois aborto é um homicidio) sim,pois com a legalização do assassinato ninguém sairia por ai matando qualquer um que encontrasse pela frente,só pessoas com graves problemas mentais fazem isso.
Eu também teria meus “critérios” para matar quem atrapalhasse minha vida (assim como os pró-abortistas alegam que uma criança atrapalharia a vida deles) e só mataria quando fosse “necessário”.
Ou talvez:
-"Vamos legalizar o roubo,eu não irei roubar sempre pois é muito perigoso,só irei roubar quando for necessário".
Ridículo não?
Argumento 3:
“Vamos propor um plebiscito sobre o tema”
Ora vá a merda! Que plebiscito porra nenhuma! Isso não é admissível no caso do aborto por uma questão óbvia: O aborto é um crime! genocídio de inocentes! atrocidade ! covardia! Não há oque se discutir.
E como bem definiu recentemente o padre Paulo Ricardo: O aborto é imoral! Por isso não é aceitável um plebiscito sobre este tema.
Palavras do padre: “Creio que se fosse feito um plebiscito hoje,eles perderiam de forma clamorosa,porque o povo brasileiro é maciçamente contra o aborto.
Mas eu não sou a favor de fazermos um plebiscito sobre este tema,porque não se faz plebiscito a respeito de coisas imorais,não seria justo fazermos um plebiscito para decidirmos se vamos ou não matar a presidente da republica por exemplo.”
Isso sem contar que se fosse mesmo organizado um plebiscito as feminazis iriam logo fazer campanha pró aborto utilizando pesquisas nitidamente fraudulentas para causar algum tipo de comoção publica e assim justificar o injustificável,como é de praxe desse "movimento".
E como bem definiu recentemente o padre Paulo Ricardo: O aborto é imoral! Por isso não é aceitável um plebiscito sobre este tema.
Palavras do padre: “Creio que se fosse feito um plebiscito hoje,eles perderiam de forma clamorosa,porque o povo brasileiro é maciçamente contra o aborto.
Mas eu não sou a favor de fazermos um plebiscito sobre este tema,porque não se faz plebiscito a respeito de coisas imorais,não seria justo fazermos um plebiscito para decidirmos se vamos ou não matar a presidente da republica por exemplo.”
Isso sem contar que se fosse mesmo organizado um plebiscito as feminazis iriam logo fazer campanha pró aborto utilizando pesquisas nitidamente fraudulentas para causar algum tipo de comoção publica e assim justificar o injustificável,como é de praxe desse "movimento".
Argumento 4:
Esses que defendem a vida de um feto são hipócritas porque não pensam em quantas mulheres morrem em abortos clandestinos.
Isso só pode ser piada! Ela por acaso pensou no filho que ela estava matando cruelmente dentro de sua barriga sem nem ao menos dar-lhe a chance de conhecer o mundo? NÃO! Ela pensou em quantas vidas são ceifadas por ano por causa de vagabundas inconsequentes como ela? NÃO! que sentimentos eu teria por uma vagabunda covarde dessa?
Esse politicamente correto é uma desgraça! Notem,este sistema quer que eu tenha pena do assassino (mãe abortista) mas não da vitima (feto). VÃO A MERDA!
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A falácia propagada por aquela turma de antiteístas do "Bule Viadô", de que todos os ateus são a favor da descriminalização do aborto, é derrubada por terra pela pesquisa do Datafolha (página 7), feita em 2007. A mesma aponta que apenas 18% dos sem religião (os ateus estão incluídos neste grupo, junto com agnósticos e deístas) são a favor da descriminalização total do aborto. A mesma pesquisa demonstra também que apenas 10% dos brasileiros são a favor da tese dos "abortistas de privada".
Pra encerrar, deixo para sua reflexão este vídeo sobre a agonia de uma vida humana sendo abortada:
Fonte: Datafolha, Blog Homens Honrados, Agência Brasil, UnB, UERJ, Canal eduamf65

2 comentários:
Os "Bule Viadô" e afins , são pessoas que me envergonham por se dizerem ateus .
Para eles a vida humana não vale nada .
Isso é uma questão de empatia pelo próximo , se existem métodos para evitar isso , devemos nos focar nos métodos para evitar isso , não em simplesmente legalizar o aborto .
Eu apenas sou a favor do aborto nos dois casos citados .
* A mãe com risco de vida .
* Estupro .
Fora isso eu sou contra . Principalmente , porque esses problemas acontecem graças ao liberalismo sexual que eles promovem .
Há pouco tempo atrás o estado de São Paulo tinha uma das mais altas taxas de reprovação no ensino público , o governo resolveu esse problema com uma medida bem simples , pararam de reprovar os alunos . Mesmo que o aluno não aprenda nada ele passa de ano , assim , hoje o Estado está entre os " melhores " na educação , pois quase nenhum aluno de São Paulo é reprovado.
Querem fazer o mesmo com o aborto . "Já que exitem abortos e é difícil combate-los , vamos legaliza-lo "
É uma genialidade incrível para se resolver os problemas !!!
O mais triste dessa história é que quem defende o aborto , realmente acha que ele é o principal culpado pela desigualdade no país , e não a corrupção,precário sistema educacional,etc .
Eles acham que é só legalizar o aborto e pronto " plim " todos os problemas do Brasil estão resolvidos .
Eu não sei como esses bule viadô , Ateus do brasil , ceticismo.net , são ateus , pois são burrrrrrrrros .
Acham que legalizando o aborto , os problemas socias vão acabar ( vai ter mulher abortando a cada 6 meses ) .
Querem legalizar drogas e outras coisas , como umas antas acéfalas desses podem ser ateus ?
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