Conversando com um colega, ele me dizia que não cedia mais o seu lugar num coletivo para uma mulher, nem lhe cedia a preferência em filas ou em qualquer outra ocasião. Continuava, ele, dizendo que não somente ele, mas muitos outros homem também não observavam mais esse modismo cultural e que as mulheres que se virassem por si mesmas. Isso que ele me disse já havia observado em muitas situações, mas não havia parado pra fazer uma reflexão.
Meus avós, pessoas muito experientes e que procuraram desempenhar o devido papel dos anciãos na sociedade - servindo de disseminadores de conselhos aos mais jovens, falavam-me muito sobre suas experiências de vida e me testemunharam como era a vida social de suas épocas. Tais diálogos com meus avós tenho como mais preciosos do que as próprias narrativa da História porque são muito mais ricos em detalhes e transmitem muito mais que as frias palavras impressas dos livros didáticos. E, quando eles descreviam-me o comportamento social das épocas de um passado recente (a partir da década de 30, do século passado), percebia que era forte essa ideia do cavalheirismo, porém já dava sinais de enfraquecimento.
Os relatos destas fiéis testemunhas oculares fizeram-me entender o quanto a mulher era valorizada e tida com grande apreço e honra. A ideia do "sexo frágil" era algo extremamente positivo e salutar para as mulheres, pois, a elas, eram naturalmente concedidos privilégios, regalias e isenções e, isso de forma voluntária. A elas eram dados muito mais do que a simples preferência em filas ou o assento. Era-lhes dado um papel mais suave na sociedade e, ao mesmo tempo, de extrema e vital importância para a saúde social. Além de ficarem em casa cuidando dos trabalhos leves da casa, cumpriam realmente o papel de cuidar da formação dos filhos. As crianças tinham a presença permanente da mãe ali, dando-lhes toda a assistência, formação psicológica, social e educacional, ensinando-lhes os bons costumes. Assim, com a presença desse papel fundamental na estrutura social, a família como a base de toda a sociedade, mantinha-se sólida. Devido a esse relevante papel, as crianças, ao crescerem, tinham muito mais condições psicoemocionais para se tornarem bons cidadãos. Os serviços pesados, fisicamente mais desgastantes, ficavam com o pai, o "chefe" da família, o qual todos os dias ia providenciar o sustento para a mesma. Cada qual, homem e mulher, cumprindo bem as suas funções, edificavam a sua casa e eram muito mais felizes em todos os sentidos, inclusive no romantismo.
Mas, houve o início de um evento que foi o responsável por introduzir ideias nocivas nessa “divisão familiar do trabalho”: o feminismo. O qual ganhou força no início do século passado foi o algoz, o verdadeiro "demônio" para as mulheres. Oferecendo-lhes modismos e pretensas “liberdades”, o movimento feminista conseguiu o apoio das mais jovens. As ditaduras e os conflitos armados que se tornaram comuns em todo o mundo na primeira metade do século XX, geraram insatisfações e movimentos sociais por toda a parte (alguns, realmente dignos como os movimentos pacifistas e os movimentos negros). Nesse clima, qualquer ideia nova que propusesse rompimentos com as estruturas sociais vigentes tendiam a ser bem aceitas e incluídas no bojo das revoluções. Dentre esses movimentos, haviam os legítimos de liberdade e os que apenas usavam o nome, mas na verdade eram movimentos de libertinagem. A pior praga da qual a humanidade já foi vítima de ludíbrio foi, sem dúvidas, o feminismo. Semelhante ao movimento homossexual de hoje em dia, o feminismo virou uma onda. A coincidência com o surgimento de mídias como a TV e o rádio impulsionaram a propaganda feminista. Por motivo de conformidade de grupo, quem se dissesse contra o feminismo era tido como uma espécie de “femifóbico” daqueles dias, alguém conservador, machista, contrário aos direitos humanos. Daí, até homens passaram a apoiá-lo, ainda que hipocritamente – tal como acontece hoje em dia com os heterossexuais em relação aos homossexuais. Não demoraram a aparecer políticos oportunistas sem bandeira definida, dizendo-se apoiadores da “causa das mulheres” e, aos poucos foram institucionalizando o que ditava o frenético feminismo. O libertino movimento feminista ganhou plena força na época das Grandes Guerras Mundiais. Foi um aliado para a construção e fomento delas. Induziu as mulheres a que motivassem seus maridos e filhos a irem às Guerras se matarem uns aos outros e colocou-as em indústrias produzindo fomento para as frentes de batalha. A história desse movimento já começou nefasta.
Alguns direitos justos e legítimos foram conseguidos, como o direito ao voto (em 1918), por exemplo. Mas, isso serviu apenas para enganar a sociedade, não era uma participação maior da mulher nas decisões políticas que o feminismo queria. Esses pequenos "avanços" iniciais serviram apenas como um pretexto para que o feminismo, montado sobre a libertinagem, desse saltos maiores rumo ao abismo. O saldo contabilizado até os dias de hoje é absurdamente negativo para a própria mulher e para a sociedade como um todo.
As estatísticas das últimas décadas comprovam a minha teoria. Senão, vejamos. A diferença da expectativa de vida entre homens e mulheres cresceu até 2000. Em 1991, os dados apontavam para uma diferença de 7 anos (HOMENS – 62,6 ANOS / MULHERES – 69,8 ANOS). Em 2000, atingiu o seu ápice, 7,8 anos (HOMENS – 64,8 ANOS / MULHERES – 72,6 ANOS). A explicação que se dava para esta diferença era de que as mulheres cuidavam da saúde, ao contrário dos homens. Uma explicação até ofensiva aos homens. Como se os homens cuidassem menos da saúde por volição ou mero desinteresse, como se fossem porcos imundos. Porém, a última pesquisa do IBGE, a do Censo 2010, demonstrou, pela primeira vez, queda nessa diferença de expectativa de vida entre homens e mulheres. A diferença recuou para 7 anos (HOMENS – 69 ANOS / MULHERES – 76 ANOS). Faço a seguinte leitura desses dados. O homem cuidava menos da saúde por causa da falta de tempo, visto que tinha até então a árdua tarefa de ser o provedor de recursos financeiros para o lar. E para isso, trabalhava duro o dia todo, na maioria dos casos, até aos finais de semana. Enquanto, as mulheres tinham mais tempo disponível, pois, em sua função de cuidar do lar e dos filhos, sobrava-lhe um tempinho para ir ao médico e ter costumes cotidianos mais salubres. Mas, desde o início do século, os resultados do feminismo atingiram seu ápice e essa realidade mudou. Pesquisas mostram que as mulheres já são maioria como “chefes” do lar. Elas entraram de vez no mercado de trabalho, deixando as crianças à míngua, com os outros. Essa experiência das mulheres em funções que dantes eram de homens – a inserção massiva feminina no mercado de trabalho e a aquisição da tarefa de “chefes” do lar - foram os responsáveis pelo recuo da diferença de expectativa de vida entre os gêneros. A mulher está vendo o quão difícil e insalubre era a vida de um homem. Isso, realmente, foi e será (o futuro ainda mostrará mais problemas do ponto de vista de saúde para as mulheres) uma grande perda que o feminismo lhes proporcionou!
Hoje em dia, sem dúvidas, são os homens que estão sendo discriminados. O fato que mais comprova isso são os mecanismos legais que privilegiam as mulheres, inconstitucionalmente infundamentáveis, pois geram desigualdade de gênero. Vou citar apenas o caso da aposentaria. Ora, qual a justificativa para a lei dar direito a uma mulher se aposentar 5 anos mais cedo que um homem??? Além de não haver nenhuma cabível, o próprio fato de a expectativa de vida dela ser superior em 7 à do homem, deveria fazer com que a lei se escrevesse exatamente contrária. O homem deveria se aposentar 7 anos mais cedo devido ao fato de viver 7 anos menos que a mulher. Isso é óbvio! Mas, o homem é discriminado. Na contabilização geral a mulher tem 12 anos de vantagem para o homem! Isso é um absurdo! E, parece que nem a despeito da suposta necessidade de uma reforma previdenciária - devido ao alegado déficit, a correção dessa injustiça tramita entre os “impolutos” políticos do Congresso. Outra, mais recente, é o aumento da licença-maternidade da mulher, que passou para 6 meses. Não foi má essa medida legislativa. Afinal, quanto mais tempo os pais tiverem para passar com os filhos, a meu ver, melhor será para a sociedade. A injustiça se encontra na discriminação. Enquanto a mulher possui o direito de ter 6 meses (180 dias) de licença-maternidade, o homem tem apenas 5 dias!!! Qual a justificativa cabível para essa tamanha diferença??? Enfim, o homem está sendo discriminado. E o pior, o homem encontra passivo, calado e a maioria nem enxerga isso, devido à décadas de exposição a essa onda feminista, propagada na mídia tendenciosa e nociva que temos, a qual dissemina dados estatísticos falsos, fictícios, sobre uma eterna diferença social, na qual as mulheres estariam lá atrás, como pobres escravas. O mais absurdo é que o próprio fato de a expectativa de vida das mulheres no decurso do tempo desmente isso, pois foi sempre superior ao dos homens!!! O que poderá vir por aí, poderá gerar uma verdadeira “guerra de gêneros” como nunca houve. Acredito que será o último e mais significante prejuízo trazido à sociedade pelo feminismo. Apesar de a maioria dos homens encontrarem-se condicionados a acreditar que as mulheres são eternas pobres e miseráveis escravas dos homens, há alguns grupos de homens esclarecidos que estão se organizando. São os chamados “masculinistas”, os quais, logicamente, vão lutar pelos direitos exclusivos do gênero masculino. É um feminismo às avessas. Essa iminente “guerra de gêneros” preocupa-me, enquanto defensor de uma sociedade saudável e pacífica. O feminismo contrapôs os gêneros, segregou a humanidade em mais uma divisão: a de gênero.
A desestruturação familiar, já comentada por mim anteriormente, é outro sério prejuízo. Visto que os filhos, futuros cidadãos da sociedade, têm cada vez menos o contato com os pais e a necessária educação familiar. Os atos e comportamentos de um homem é resultado do ambiente em que vive e das experiências vividas desde seu nascimento. É de se preocupar a ausência da mãe, aquela que estava ali, cumprindo seu importante e igualmente relevante papel na família. Alguns resultados alarmantes já podemos ver. E a tendência é de a situação se agravar cada vez mais. Porque a cada geração, vai se perdendo essa noção de família. O bullying é apenas um “filho” dessa deserção da mulher de sua função familiar. Na verdade, é um somatório de dois fatores: o prejuízo da formação familiar do caráter do indivíduo no seio da família e a descarada submissão da educação formal ao “capital”. Evidentemente - para aqueles que conseguiram se libertar da alienação, as escolas, que dantes tinham disciplinas como “Educação Moral e Cívica”, “OSPB”, as quais serviam pra auxiliar na formação moral e ética do indivíduo, hoje se limitam a um conteúdo programático voltado à formação profissional. Isto é, as escolas, hoje, são meras formadoras de contingência para o mercado de trabalho. A rebeldia feminina, promovida pelo movimento feminista, a qual fez, dentre outros males, a mulher desertar de sua função, está destruindo as famílias.
Vamos, todos, repudiar esse movimento libertino que tanto estragos fez na estrutura de nossa sociedade, usando as mulheres mais simples, incentivando-as a se rebelarem contra as suas funções essenciais e jogando-os para um estilo de vida que, estruturalmente, não lhes é vantajoso. O feminismo desvalorizou as mulheres. Desviou-as de sua sexualidade natural, transformando muitas delas em lésbicas. Fez com que se tornassem meros objetos de prazer para os homens, incentivando-as a andarem ridiculamente semi-nuas nas ruas. Promove como causa de luta o assassinato de milhões de vidas: o aborto. Destruíu a sensata “divisão familiar do trabalho” e trouxe muitos dos males sociais da atualidade.
Atualmente, esse conceito de movimentos que pretendem lutar por grupos isolados, está obsoleto e ultrapassado. É patente que o mesmo gerou mais desigualdade e segregações na humanidade do que igualdades. Aliás, eles nunca lutaram por igualdades. Nota-se o atual movimento GLS que pretende através do PLC 122/2006, beneficiar os homossexuais, tolhendo direitos humanos consagrados, no tocante à liberdade de expressão (vide art. XIX, da Declaração dos Direitos Humanos). Cerceando e restringindo direitos fundamentais da maioria para supostamente “beneficiar” uma minoria, exclusivamente. Isso é ridículo! Não têm mais o menor sentido esse tipo de movimentos que segregam os humanos. O zeitgeist, o “espírito do tempo”, busca transcender essa lógica de segregação. A tendência dessa nova consciência que surge é de se lutar para unir a humanidade, desconsiderando distinções (sexo, raça, nacionalidade etc.). Uní-la, inclusive, com o Planeta. Pela primeira vez na história, o ser humano começa a se perceber em unidade, em sintonia com o meio ambiente, deixando de lado, conceitos doentios da “ética protestante” que viam o homem como dominador e o restante do Planeta como subserviente, dominado, estando ali posto por uma divindade, pra satisfazer todos os caprichos e desejos dos “predestinados” filhos do deus. Precisou a natureza reagir e vaticinar-nos uma possível extinção da nossa espécie para que pudéssemos iniciar uma mudança de consciência. É ultrapassada essa ideia de nos vermos separados, compartimentados em grupos e categorias na natureza, mas em simbiose com a mesma. Da mesma forma que é ultrapassado, do ponto de vista social, estarmos divididos, separados em grupos, categorias, tribos, raças, nações. Somos todos um e, juntos com as outras espécies, formamos unidade com o Planeta.
Mas, se são ultrapassados esses movimentos segregadores sociais, por que eles ainda subsistem e nalguns casos são fortes? Eles subsistem por causa de pelo menos dois fatores: os interesses escusos dos que comandam esses grupos e o ainda presente torpor de alienação a que a maioria está submetida. Políticos apoiam esses movimentos esperando retornos eleitorais, é o famoso populismo. E os comandantes desses grupos, além de poderem se projetar politicamente, podem auferir retornos financeiros consideráveis. Vale lembrar, o dinheiro dos nossos impostos que o governo Dilma pagou para alguns desses grupos produzirem a “cartilha gay”.
A tendência, meu amigo, meu irmão humano, é que transcendamos essa lógica de segregação promovida por estes esquizofrênicos movimentos de grupos que tanto já prejudicaram nossas sociedades. Iremos além desse conceito que já se evidenciou ultrapassado. Apoiemos aquilo que realmente traga benefícios à sociedade. Somos todos um. Viemos todos do mesmo material: pó das estrelas.
Exemplificação da destruição das famílias por parte do feminsmo:
Este comentário só se equivoca no final. Pois, ao contrário do que pensa o comentador do canal, esse quadro pode e deverá ser revertido. A nossa espécie não poderá subsistir sem os núcleos familiares. O feminismo ruirá com a mesma velocidade com que ascendeu.


10 comentários:
graças a "deus" rsrss...existe o planeta ateu! pois a maioria dos sites que falavam sobre ateismo e coisas relacionadas, agora so fazem propaganda dos homosexuais! o que pra mi´´e uma aberraçao(sem ofensas).
parabens pelo texto! continue assim mandando a real! as pessoas precisam sabe que a ditadura gay nao passa de uma palhaça...
O feminismo é um movimento nojento, formado por libertinas assassinas abortistas, que querem levar a sociedade a ruína por alguns meros anos vivendo um estilo hedonista. Os numeros das desgraças causados por ele ja falam por si só.
Não sei qual o mais esquizofrênico: se o movimento feminista ou o gayanista.
Essas mulheres se vestem como putas de filmes pornôs e querem respeito??
A liberdade é algo dado a qualquer ser humano de forma igual, então cada um pode seguir o caminho que achar melhor. Os tempos mudam e atualmente estamos passando por um momento de mudança, tanto na forma de nos relacionarmos quanto nas relações de gênero. A única preocupação é com os radicais, que a força querem atrasar o desenvolvimento da sociedade. Viva a liberdade.
Tuta, se vc não sabe, ateu significa não acreditar em deus. Do grego, atheo (a = ausência + theo = deus). Portanto, nós, da Sociedade Planeta Ateu não acreditamos em deus.
Vergonha sabe o que é? Vou lhe dizer. Vergonha é a ignorância de querer achar que todos os que não acreditam em deus sejam depravados e adeptos de ideologias que nada dizem respeito ao simples fato de não se acreditar em deuses. Que vergonha, ter que lhe dizer isso - visto que, deverias saber. Ateísmo não é depravação.
"mimimi vocês não são ateus, mimimi vocês são preconceituosos"
Esse lenga-lenga dos gayanistas/feministas do Bambi Voador, dos Gays do Brasil e da Liga HomosSexual nunca muda. Acham que pra alguém ser ateu, tem que apoiar gayanismo, feminismo e outras merdas... ateísmo é apenas a não crença em deuses, não é religião ou seita para se ter dogmas
Anônimo 20 de novembro de 2011 19:23 assino em baixo o que você disse !!!
Eu tenho uma opinião parecida com a sua por motivos óbvios ( nós moramos em um país sub-desenvolvido e repleto de analfabetos funcionais , a questão de livre ética e livre moral é muito boa em países de primeiro mundo , mas aqui é um verdadeiro desastre . Pelo jeito tem brasileiro que acha que mora na Holanda , Dinamarca , Suíça , esses aí se esquecem que aqui o negócio é diferente ) .
A importância da moral Brasil está relacionada a educação .
Cresce, em todo o País, o número de partos feitos em adolescentes com idade entre 10 e 19 anos. Somente em 1999, de um total de 2,5 milhões de partos realizados, cerca de 700 mil foram de mães nesta faixa etária, o que corresponde a 28% do total de partos realizados na rede pública de saúde.a gravidez na adolescência também traz transtornos emocionais e econômicos para os núcleos familiares onde ela ocorre. A interrupção do processo de formação do indivíduo _ que é obrigado a deixar a escola e é excluído do mercado de trabalho _ e a falta de apoio da família e dos amigos, entre outros, são alguns dos dilemas que os adolescentes são obrigados a enfrentar quando se vêem à espera de um filho não planejado. ão muitos os fatores que contribuem para a alta incidência da maternidade durante a adolescência. O início precoce da vida sexual, falta de uso de métodos anticoncepcionais _ ou uso inadequado deles _, dificuldade de acreditar na própria capacidade de reproduzir e falta de dinheiro para adquirir o método são algumas das causas mais comuns que, normalmente, aparecem associadas. Também não é difícil perceber que, quanto menor a escolaridade, maior o risco de gravidez na adolescência .Outro problema é que os postos de saúde não atraem os jovens, eles têm medo de ser repreendidos pela decisão de iniciar a vida sexual e não confiam no SUS ( adolescente entre 10 - 14 anos não vão ao posto retirar preservativos gratuitamente , por vergonha). Cerca de 20% dos casos de gravidez na adolescência ocorrem nos primeiros meses de vida sexual e, entre 40% e 50%, no primeiro ano. Só quando os adolescentes passam por uma situação de risco é que eles vão pensar em se prevenir.
Esses são os riscos do incentivo prematuro ao sexo . Isso não é ser um ultra-conservador , como afirmam os mais mimimis , não é ser moralista e nem é ser religioso . Isso é usar a razão ( sites como bule voador e ateus do Brasil não usam a razão , usam uma ideologia retardada , o que os aproxima de fundamentalistas ateus/religiosos , eles tem inclusive dogmas que todos devem seguir para ser ateu . )
Olha só essa Tuta Lopes usando a falácia do escocês , " Vocês realmente são ateus? um ateu de verdade não pensa assim " Ê falácia do escocês hein , " um verdadeiro ateu concorda com a minha " congregação " com o meu pastor , a minha doutrina atéia , se você não concorda com os bambis voadores ou com as bibas do Brasil você não é ateu , seu bobô :( "
Quase metade dos novos casos de AIDS ocorre entre os jovens com idade entre 15 e 24 anos. Considerando que a maioria dos doentes está na faixa dos 20 anos, conclui-se que a grande parte das infecções aconteceu no período da adolescência, uma vez que a doença pode ficar por longo tempo assintomática.
Hoje, as mulheres representam quase metade dos jovens infectados. Entre os pacientes menores de 13 anos com AIDS, a transmissão ocorre em sua maioria através da mãe, no período gestacional. Entre as mulheres maiores de 13 anos predomina a transmissão sexual (metade dos casos), seguida do contágio por uso de drogas injetáveis. Entre os homens a transmissão por via sexual representa mais de 50% dos casos, sendo que a prática homossexual é responsável por cerca de 30% desses casos. O contágio por uso de drogas injetáveis representa cerca de 20% das infecções entre os homens.
características comportamentais, socio-econômicas e biológicas que fazem com que os jovens sejam um grupo propenso a infecção pelo HIV. Dentre as características comportamentais, destaca-se a sexualidade entre os adolescentes. A atividade sexual na maioria das vezes se inicia na adolescência,Muitas vezes, a não utilização dos preservativos está relacionada ao abuso de álcool e outras drogas, os quais favorecem a prática do sexo inseguro.Outro fator importante a ser levado em consideração é o grande apelo erótico emitido pelos meios de comunicação, freqüentemente direcionado ao adolescente. A televisão informa e forma opiniões, unificando padrões de comportamento, independente da tradição cultural, colocando o jovem frente a uma educação sexual informal que propaga o sexo como algo não planejado e comum, dizendo que "todo mundo faz sexo, mas poucos adoecem".Os jovens têm pouco acesso às informações sobre doenças sexualmente transmissíveis e sobre o planejamento familiar. Boa parte dos adolescentes obtém as informações sobre o sexo de colegas e amigos, cujas opiniões, na maioria das vezes, são distorcidas e baseadas em mitos , como, por exemplo, a crença de que o uso do preservativo poderia dificultar a ereção e o desempenho sexual.
Então ... bambis voadores e gays do Brasil , só acredita neles quem tem preguiça de pensar por si mesmo , só vai na onda desses sites de merda quem é muito ignorante , quem não pensa , quem quer fazer parte de um "grupinho de amiguinhos ateus , revoltados com a vida " .
quando eu vejo ateus como eles , eu sim sinto vergonha por dizer que sou ateu . Pois já se foi o tempo em que ateus pensavam , hoje são facilmente influenciados , assim como os crentes .
Vamos olhar de forma bem racional a questão ?
São muitos os riscos de uma gravidez na adolescência. Ela é responsável por um imenso transtorno social para toda a família porque está fora de um contexto de casamento.Por isso, as implicações hoje em dia são muito mais sociais do que biológicas , É dessa gravidez não planejada que vem o abandono da escola, o empobrecimento do núcleo familiar, exclusão da adolescente no mercado de trabalho , e consequentemente um despreparo e imaturidade para criar,ensinar e educar uma criança . O que é um dos motivos para a violência e a desigualdade no país . ( aí aparecem os " Einsteins " com um simples solução " vamos legalizar o aborto " , de certo modo eu sou a favor da legalização do aborto , mas antes disso sou a favor da conscientização . E o aborto não resolveria essa questão , pois acredito que a maioria das pessoas não iria querer abortar um neném ( ainda mais de sua família ) , eu por exemplo , por mais que estivesse com dívidas e dificuldades financeiras , iria procurar alguma saída e com certeza não seria o aborto , eu jamais iria conseguir " matar um filho meu " ( ahh que isso , não é assassinato , o feto não sente ) não importa é a opinião de quem pensa assim , e por mais que eu saiba que o feto não sente , eu não me sinto nem um pouco confortável com isso , eu mesmo não escolheria nunca o aborto . Então aos grandes gênios e sábios que acham que o aborto vai resolver todos os problemas das gravidezes precoces , sinto lhes informar , mas não vai resolver , pode amenizar , mas muito pouco , até mesmo por que se tratando de adolescentes a família tem que estar em acordo , se o pai ou a mãe for contra o aborto e não assinar o termo de responsabilidade , não será possível o procedimento de aborto ,( raciocinem bando de mulas ) .
Esses retardados que defendem a banalização do sexo na sociedade estão ajudando a aumentar esses problemas . Quando mais liberalismo sexual , mais problemas o Brasil vai ter . ( sem contar a gravidez precoce , ainda tem DST´s, o aumento na prostituição .
a sexualidade está sendo tratada na mídia de uma forma vulgar. A questão não está apenas nas novelas, filmes e revistas, chegou também aos programas de entrevista. "Até certo ponto, a mídia contribuiu para o assunto ser tratado sem repressão. O detalhe é que os programas passam a qualquer hora. As crianças vêem e não entendem .
Não existe preocupação em informar. O problema é que o conteúdo apresentado na mídia é meramente apelativo . Para os adolescentes, o estímulo da mídia não gera apenas vontades, mas leva às ações. A cada dia, os jovens transam mais cedo, sem atentar para os riscos de doenças e da gravidez. A adolescência é um período da vida caracterizado por intenso crescimento e desenvolvimento, que se manifesta por transformações físicas, psicológicas e sociais. Ela representa um período de crise, na qual o adolescente tenta se integrar a uma sociedade que também está passando por intensas modificações e que exige muito dele. Dessa forma, o jovem se vê frente a um enorme leque de possibilidades e opções e, por sua vez, quer explorar e experimentar tudo a sua volta. Algumas dessas transformações e dificuldades que a juventude enfrenta, principalmente relacionado à sexualidade, bem como ao abuso de drogas ilícitas, aumentam as chances dos adolescentes de adquirirem a infecção por HIV, fazendo-se necessário a realização de programas de prevenção e controle da AIDS na adolescência.
Vale lembrar também, irmãos ateus, que o feminismo tem ligação direta com o gayanismo. Ambos além de visarem uma desconstrução social e familiar, ainda tem o fato de que as feministas apóiam a militância GLS porque muitas são lésbicas, e elas querem ficar praticando homossexualismo nas ruas pra ficarem esfregando na cara dos homens "Podemos nos virar sozinhas, não precisamos de vocês, homens trouxas"
Enfim, usarão isso como algo para discriminar os homens e se alguém xingar essas vadias, poderá ser preso por machismo/homofobia.
E não precisa ser muito sensato para perceber que as feministas apóiam o gayanismo e os gayanistas apóiam o feminismo.
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