sexta-feira, 8 de julho de 2011

Religião, Política e Corporatocracia: A verdadeira Matrix




Como a maior fraude e ludíbrio da história da humanidade, a religião perdura por milênios. Nem a chegada do século XXI nos fez menos tolos. Somos tolos porque há ainda entre nós um número considerável de pessoas que caem na lábia desses charlatães que prometem "mundos e fundos" e, no final, ainda botam a culpa no idiota crente, alegando que não foi possível a "bênção" por falta de fé.


Mas, a política também é uma forma de ludíbrio. Só que mais sofisticada.


A ideia de Estado usurpou o país para os políticos e para meia dúzia de indivíduos - os monetaristas, corporatocratas, plutocratas - e nos fez seus servos. Trabalhamos feito uns filhos da puta pra pagar suas dívidas, os juros dela, pra manter o elevadíssimo padrão de vida desses vigaristas e pra sobrevivermos miseravelmente. Esse sistema político-corporatocrata cria a escassez. Quando a Terra pode produzir em abundância para todos. Disso resulta que temos que lutar uns contra os outros pela sobrevivência como se ainda fôssemos animais irracionais.


Por sua vez, a religião usurpou para si, a nossa espiritualidade natural e nos fez servos de um mito que eles inventaram. Trabalhamos feito uns filhos da puta pra sustentar os vigaristas políticos e corporatocratas e, além disso, pra pagar 10% do salário, ofertas, compra de bugigangas religiosas inúteis (cds, dvds, camisetas, livros, revistas, ingressos para shows, velas, despachos etc). A propósito, a religião abençoou o trabalho, a servidão moderna. A "ética protestante" firmou de vez a servidão moderna como doutrina. Enganando assim, a muita gente. Enganam essas pessoas ao longo de suas vidas. Fazem-nas achar que as coisas são assim mesmo e que a nossa esperança deve estar numa outra vida, lá numa tal "glória", acolá, no céu, num tal de "paraíso", ou, ainda, reencarnar numa situação melhor.


Aliás, uma dupla inseparável: religião e política. A política engana os cidadãos; a religião, os fiéis.


O Estado rouba-nos através de impostos, a religião dos dízimos, ofertas e bugigangas.


O sistema político-corporatocrata fode a vida de um monte de gente e a religião promete o milagre, a vitória, a solução... o indivíduo acaba ficando mais fodido porque lhe foi retirado o último tostão do bolso numa corrente, fogueira, despacho etc. E, no final, ainda tem que ser resignado e absorver pra si a culpa de tudo, por falta de fé!


Esse é o sistema. E para aqueles que despertam dessa matrix, tem os seus "Agentes Smiths" para resolverem e manter a "quietude". O Estado cria as condições para que haja violência, drogas, homicídios e acidentes só pra justificar a existência das polícias... seus soldados. Porém, a verdadeira função dela é nos manter quietos em relação ao sistema. Religião e Estado se perpetuam através da geração e manutenção da miséria.


Até quando ficaremos como babacas?

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