
Pastor, meu nome é Cosme Barros de Jesus, tenho 22 anos, quero que leia meu testemunho e me dê um conselho.
Há 2 anos passei no vestibular e comecei a cursar na Unitins. Adorei o curso, a faculdade é cheia de evangélicos e muito bem estruturada.
Fiz muitas amizades lá, mas o que eu queria mesmo era achar uma garota nível universitário e bonita para ingressar num matrimônio, afinal eu já passava dos vinte anos. Pra isso eu segui os conselhos de minha mãe e comecei a fazer minha fama na faculdade, ia só bem vestido, com calças jeans Diesel, Lee e Zoomp, usava camisetas da moda ‘Mormaii’ , Everlast, Lacoste, Pólo. Bonés Von Dutche, e puma, celular nokia motorola V3 Black. Andava sempre impecável e nas aulas eu sempre fazia discursos, às vezes nem era sobre a matéria, mas sobre as maravilhas da bíblia para ressaltar a minha fé e impressionar o mulherio.
Eu ia à faculdade no meu Chevrolet Corsa 1.0 1994 modelo Wind, lotado de som. Chegava embassando, tocando Tayrone Cigano e outras baladas do gosto dos galerosos. A maioria dos outros colegas iam à pé ou de bicicleta, e isto causava uma certa inveja quanto à minha pessoa. Pois além de me vestir bem eu tirava onda com as gatinhas no meu carro.
Há 2 anos passei no vestibular e comecei a cursar na Unitins. Adorei o curso, a faculdade é cheia de evangélicos e muito bem estruturada.
Fiz muitas amizades lá, mas o que eu queria mesmo era achar uma garota nível universitário e bonita para ingressar num matrimônio, afinal eu já passava dos vinte anos. Pra isso eu segui os conselhos de minha mãe e comecei a fazer minha fama na faculdade, ia só bem vestido, com calças jeans Diesel, Lee e Zoomp, usava camisetas da moda ‘Mormaii’ , Everlast, Lacoste, Pólo. Bonés Von Dutche, e puma, celular nokia motorola V3 Black. Andava sempre impecável e nas aulas eu sempre fazia discursos, às vezes nem era sobre a matéria, mas sobre as maravilhas da bíblia para ressaltar a minha fé e impressionar o mulherio.
Eu ia à faculdade no meu Chevrolet Corsa 1.0 1994 modelo Wind, lotado de som. Chegava embassando, tocando Tayrone Cigano e outras baladas do gosto dos galerosos. A maioria dos outros colegas iam à pé ou de bicicleta, e isto causava uma certa inveja quanto à minha pessoa. Pois além de me vestir bem eu tirava onda com as gatinhas no meu carro.
Nas aulas eu sempre me destacava, pois gostava de fazer discursos na frente, apresentava trabalhos e sempre os encerrava com um ensinamento bíblico. Eu sou um ótimo orador, afinal de contas são 10 anos acompanhando o trabalho do pastor Abimael na Igreja Internacional, e ele é muito eloquente e é um cara que fala bonito. (Abraços, pastor Abimael!)
Apesar da inveja que eu despertava ninguém ousava falar nada de mim, pois eu mantinha uma conduta séria e fazia questão de deixar claro pra todos que eu era evangélico. Usava um broche com a pomba da Igreja Internacional e sempre abordava os católicos e tentava convertê-los ao protestantismo. Tinham espíritas também, mas estes eu nem chegava perto, porque eles só com um trabalho muito grande de descarrego.
Tudo ia muito bem, minha fama cada vez crescia mais, porém no segundo período começou minha desventura , estava eu e meu melhor amigo Olímpio conversando e fiz uma brincadeira, falei: “Sente só o peidão, Olimpão!”, fiz força e acabei defecando na própria roupa. Como não tenho costumes de usar cuecas debaixo dos shortes o caldo escorreu pelas minhas pernas, pingando dentro do meu tênis Adidas.
Fui andando de forma característica até o banheiro pra me limpar. No caminho a faculdade em peso me olhando e rindo.
O meu shorts teve perda total, tive que gritar lá dentro pra alguém me ajudar. Olimpio apareceu e pedi que ele me trouxesse outro shorts. Ele pegou um calção de futebol emprestado que conseguira.
Ao sair do banheiro fui recebido com um coro que bradava: “Cagão! Cagão! Cagão! Cagão! Cagão!…”
Só Deus sabe o que senti naquele momento de humilhação. Calado e sério fui pra sala e sentei na minha cadeira enquanto era vitimado por ‘piadistas’ marotos, cochichinhos maliciosos e risadinhas. Todo o tempo gasto erguendo minha moral fora por água abaixo.
Pensei que depois de um tempo fossem esquecer disso, mas não, o apelido pegou. Fiquei conhecido como ‘Cagão’, ‘Bosta-Rala’, ‘Pau de Bosta’, ‘Cu-frouxo’, etc.
Na época pensei que fosse só uma provação que o Espírito Santo me colocara para testar a minha fé. Continuei com minha labuta, chegava no meu Corsa tocando hinos evangélicos, mas ainda assim era motivo de piada. Aquilo de início me entristeceu, depois fui segregado e perdi todas minhas amizades. Senti uma revolta enorme no peito.
Um dia na sala de aula fui puxar assunto com uma gatinha evangélica, a Claudemira, e falei: “Ei, Claudemira, olha esse meu relógio da Tag Heuer que eu comprei.” Ela me olhou com desdém e respondeu: “Enfia no cu, cagão.”
Fui andando de forma característica até o banheiro pra me limpar. No caminho a faculdade em peso me olhando e rindo.
O meu shorts teve perda total, tive que gritar lá dentro pra alguém me ajudar. Olimpio apareceu e pedi que ele me trouxesse outro shorts. Ele pegou um calção de futebol emprestado que conseguira.
Ao sair do banheiro fui recebido com um coro que bradava: “Cagão! Cagão! Cagão! Cagão! Cagão!…”
Só Deus sabe o que senti naquele momento de humilhação. Calado e sério fui pra sala e sentei na minha cadeira enquanto era vitimado por ‘piadistas’ marotos, cochichinhos maliciosos e risadinhas. Todo o tempo gasto erguendo minha moral fora por água abaixo.
Pensei que depois de um tempo fossem esquecer disso, mas não, o apelido pegou. Fiquei conhecido como ‘Cagão’, ‘Bosta-Rala’, ‘Pau de Bosta’, ‘Cu-frouxo’, etc.
Na época pensei que fosse só uma provação que o Espírito Santo me colocara para testar a minha fé. Continuei com minha labuta, chegava no meu Corsa tocando hinos evangélicos, mas ainda assim era motivo de piada. Aquilo de início me entristeceu, depois fui segregado e perdi todas minhas amizades. Senti uma revolta enorme no peito.
Um dia na sala de aula fui puxar assunto com uma gatinha evangélica, a Claudemira, e falei: “Ei, Claudemira, olha esse meu relógio da Tag Heuer que eu comprei.” Ela me olhou com desdém e respondeu: “Enfia no cu, cagão.”
Aquilo foi a gota d’água, que culminou num ato idiota da minha parte:
Nas férias eu sempre ia com meu pai (Pastor Severo) ao Rio Tocantins e andávamos de lancha e pescávamos. Só íamos fora de temporada, porque na época da temporada a Igreja ferve de fiéis. Na época em que íamos o rio estava muito cheio o que dificultava a pesca, mas papai, muito engenhoso levava 5kg de carbureto, aquela pedra que usam em solda.
Papai colocava o carbureto dentro de uma garrafa vazia pet 2Litros e depois enchia d’água e tampava. Atirávamos a garrafa e ela afundava dentro do rio. Depois de uns 5 minutos ela estourava e o rio ficava cheio de peixes boiando. Uma coisa muito linda. Ainda bem que aqui no Tocantins não tem Ibrahma.
Embasado nessa idéia, resolvi estourar uma bomba de pesca na faculdade, ia colocar no banheiro feminino pra não levantar suspeitas. Fui à loja de auto-peças e comprei meio quilo de carbureto, peguei uma garrafa e antes de começar a aula, entrei sorrateiramente e plantei a bomba . A garrafa começara a inchar, dei o fora e fui direto pra sala como se não tivesse feito nada.
Passado uns dez minutos, já tinha até esquecido e um estrondo arrasador percorreu toda a faculdade. Até eu me assustei com o poder do barulho. Muita gente assutada, e algumas meninas choraram inclusive. Aquilo curara um pouco do meu ressentimento e me deu uma pontinha de satisfação. Mas uma satisfação falsa, não de Deus.
O professor saiu para averiguar e disse que alguém tinha plantado uma bomba no banheiro feminino e havia uma menina do curso de pedagogia lá. Quando ouvi isto fiquei alarmado. Passada meia hora, o reitor apareceu em nossa sala para averiguar o culpado. Ele estava indo de sala em sala perguntar pelo autor.
O Reitor muito sério disse que um aluno do curso de pedagogia estava no banheiro e a explosão estourou seus tímpanos e o culpado seria punido. E quem o acobertasse iria junto por cumplicidade. Na época fizeram até um boletim de ocorrência. Como eu não tinha contado pra ninguém e minha conduta era reta, estava sossegado. Não havia como me descobrirem.
Papai colocava o carbureto dentro de uma garrafa vazia pet 2Litros e depois enchia d’água e tampava. Atirávamos a garrafa e ela afundava dentro do rio. Depois de uns 5 minutos ela estourava e o rio ficava cheio de peixes boiando. Uma coisa muito linda. Ainda bem que aqui no Tocantins não tem Ibrahma.
Embasado nessa idéia, resolvi estourar uma bomba de pesca na faculdade, ia colocar no banheiro feminino pra não levantar suspeitas. Fui à loja de auto-peças e comprei meio quilo de carbureto, peguei uma garrafa e antes de começar a aula, entrei sorrateiramente e plantei a bomba . A garrafa começara a inchar, dei o fora e fui direto pra sala como se não tivesse feito nada.
Passado uns dez minutos, já tinha até esquecido e um estrondo arrasador percorreu toda a faculdade. Até eu me assustei com o poder do barulho. Muita gente assutada, e algumas meninas choraram inclusive. Aquilo curara um pouco do meu ressentimento e me deu uma pontinha de satisfação. Mas uma satisfação falsa, não de Deus.
O professor saiu para averiguar e disse que alguém tinha plantado uma bomba no banheiro feminino e havia uma menina do curso de pedagogia lá. Quando ouvi isto fiquei alarmado. Passada meia hora, o reitor apareceu em nossa sala para averiguar o culpado. Ele estava indo de sala em sala perguntar pelo autor.
O Reitor muito sério disse que um aluno do curso de pedagogia estava no banheiro e a explosão estourou seus tímpanos e o culpado seria punido. E quem o acobertasse iria junto por cumplicidade. Na época fizeram até um boletim de ocorrência. Como eu não tinha contado pra ninguém e minha conduta era reta, estava sossegado. Não havia como me descobrirem.
Neste dia fui para casa e ao me deitar fiquei pensando sobre o que havia feito. Uma garota talvez ficaria surda por minha causa. Senti uma dor no peito, era a culpa corroendo meu pobre coração. Mas refleti e refleti, e o Espírito Santo de Deus me iluminou, fiquei disposto à me aproximar da garota para ajudá-la.
No dia seguinte perguntei pela acidentada de pedagogia e me informaram que ela não fora à aula, estava internada e que certamente perderia boa parte da audição por causa da explosão. Perguntei seu nome. Cleusa Martins, me disseram. Fui ao hospital visitá-la, pra minha surpresa era uma moça muito formosa, com seus 17 anos, loira, miúda, olhos claros, pele alva… Estava muito abatida. Tentei falar com ela mas não compreendia nada. Peguei meu caderno e escrevi: “Meu nome é Cosme, estudo na Unitins. Fiquei sabendo do seu acidente, desejo melhoras.”
Ela que não estava pra falar neste dia, me respondeu via texto também. Fiquei umas duas horas escrevendo com ela no leito. Depois me despedi. Saí de lá completamente apaixonado.
Depois de três dias ela retorou à faculdade, com um aparelho auditivo. Aquilo deu um quê especial ao seu visual. Um charme.
Me aproximei novamente e ela com aquele sorriso cativante me agradeceu pela visita. Alçamos uma grande amizade. Passávamos horas conversando. A comunicação era meio dificultosa, pois ela falava gritando muito e aquilo me constrangia um pouco, além de ela não me entender muito bem.
Descobri que ela era desquitada de outro casamento. Se casou muito jovem. Mesmo assim nossa amizade culminou num namoro.
Ela, muito evangélica, disse que pretendia se casar novamente, e no final de semana passado acabei propondo o matrimônio, acho que é a mulher ideal pra mim.
Pois cheguei finalmente ao ponto que queria pastor. Eu a amo, e quero muito me casar com ela. Só que agora estou num dilema. Conto ou não conto pra ela que fui o responsável pela sua surdez?
No dia seguinte perguntei pela acidentada de pedagogia e me informaram que ela não fora à aula, estava internada e que certamente perderia boa parte da audição por causa da explosão. Perguntei seu nome. Cleusa Martins, me disseram. Fui ao hospital visitá-la, pra minha surpresa era uma moça muito formosa, com seus 17 anos, loira, miúda, olhos claros, pele alva… Estava muito abatida. Tentei falar com ela mas não compreendia nada. Peguei meu caderno e escrevi: “Meu nome é Cosme, estudo na Unitins. Fiquei sabendo do seu acidente, desejo melhoras.”
Ela que não estava pra falar neste dia, me respondeu via texto também. Fiquei umas duas horas escrevendo com ela no leito. Depois me despedi. Saí de lá completamente apaixonado.
Depois de três dias ela retorou à faculdade, com um aparelho auditivo. Aquilo deu um quê especial ao seu visual. Um charme.
Me aproximei novamente e ela com aquele sorriso cativante me agradeceu pela visita. Alçamos uma grande amizade. Passávamos horas conversando. A comunicação era meio dificultosa, pois ela falava gritando muito e aquilo me constrangia um pouco, além de ela não me entender muito bem.
Descobri que ela era desquitada de outro casamento. Se casou muito jovem. Mesmo assim nossa amizade culminou num namoro.
Ela, muito evangélica, disse que pretendia se casar novamente, e no final de semana passado acabei propondo o matrimônio, acho que é a mulher ideal pra mim.
Pois cheguei finalmente ao ponto que queria pastor. Eu a amo, e quero muito me casar com ela. Só que agora estou num dilema. Conto ou não conto pra ela que fui o responsável pela sua surdez?
Pastor Silas Adoniran Responde:
Caro Cosme, fiquei tocado pela sua história. Se fosse um católico, por exemplo, não teria tido coragem de se aproximar da garota à qual você causou este infortúnio. Talvez porque o Espírito Santo entrou em contato contigo, ou porquê você verdadeiramente segue com fé a doutrina de Cristo.
Bem, acho que o melhor é você manter essa história só entre nós dois. Revelar isto pra ela só traria problemas, e talvez até atrapalhasse seu matrimônio. Lembre-se de que a sua amada é desquitada, e não é mais virgem, portanto você está a fazer um grandíssimo favor tirando o seu nome da lama e restaurando sua honra em Cristo.
Não sei qual erro ela cometeu para pôr fim ao primeiro matrimônio, mas as escrituras dizem: “Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera.” Romanos 7:2-3“. Lhe aconselho, caro Cosme, à procurar o primeiro marido de Cleusa e perguntar o que ela fez para acabar com o primeiro casamento, para que você a impeça de cometer o mesmo erro.Veja só; Meu filho mais novo também se casou com uma mulher separada, isto não é vergonha para nenhum varão. Ele foi até seu antigo marido e descobriu que o motivo da separação foi a traição por parte dele, pois bem, ela não deu a devida atenção ao seu esposo e o obrigou à procurar amor na rua.
Busque o antigo marido dela. Após fazer isso e concluir que você poderá corrigir os erros do passado, una-se, e saiba que ao fazer isso vai salvá-la da devassidão moral que ela enfrenta com esta vida de desquitada. O débito que você tem para com ela vai ficar tão pequeno, mas tão pequeno comparado à ajuda que você está dando, que é ela que vai passar a ter débito para contigo pelo resto de sua vida.
Paz e Desejos de felicidades,
Pastor Silas.
IMPORTANTE: Essa estória e personagens são fictícios.
Bem, acho que o melhor é você manter essa história só entre nós dois. Revelar isto pra ela só traria problemas, e talvez até atrapalhasse seu matrimônio. Lembre-se de que a sua amada é desquitada, e não é mais virgem, portanto você está a fazer um grandíssimo favor tirando o seu nome da lama e restaurando sua honra em Cristo.
Não sei qual erro ela cometeu para pôr fim ao primeiro matrimônio, mas as escrituras dizem: “Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera.” Romanos 7:2-3“. Lhe aconselho, caro Cosme, à procurar o primeiro marido de Cleusa e perguntar o que ela fez para acabar com o primeiro casamento, para que você a impeça de cometer o mesmo erro.Veja só; Meu filho mais novo também se casou com uma mulher separada, isto não é vergonha para nenhum varão. Ele foi até seu antigo marido e descobriu que o motivo da separação foi a traição por parte dele, pois bem, ela não deu a devida atenção ao seu esposo e o obrigou à procurar amor na rua.
Busque o antigo marido dela. Após fazer isso e concluir que você poderá corrigir os erros do passado, una-se, e saiba que ao fazer isso vai salvá-la da devassidão moral que ela enfrenta com esta vida de desquitada. O débito que você tem para com ela vai ficar tão pequeno, mas tão pequeno comparado à ajuda que você está dando, que é ela que vai passar a ter débito para contigo pelo resto de sua vida.
Paz e Desejos de felicidades,
Pastor Silas.
IMPORTANTE: Essa estória e personagens são fictícios.
Créditos: Este depoimento constava no antigo site da Igreja Internacional, o qual está desativado.

2 comentários:
Se Deus existisse, e Deus fosse eu, eu condenaria esse cara para ter diarréia ininterrupta por toda eternidade!
Muito interessante este relato, mastra como pensa o típico fiel de uma igreja protestante.
Ele não vê o quão materialista ele é(citando direto as marcas das roupas e carro), não aceita a responsabilidade pelo que fez (não se acha culpado e não se entregou), faz as coisas pelos motivos errados (entrou numa faculdade para achar uma noiva, e não para obter conhecimento ou um futuro melhor)
Já do lado do pastor, ele já partiu do pressuposto de que se a garota é divorciada foi por uma falha dela. Nem cogitou a hipótese de o marido ser agressivo ou ter simplesmente pulado fora do casamento. O fiel estaria "tirando o nome dela da lama".
Surreal
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