terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Assassinato em nome da intolerância

 
Recentemente, acompanhamos mais uma destilada difamatória sem fundamento contra nós, ateus, proferida por um clérigo da igreja católica, Frei Betto, na insana tentativa de associar a militância ateísta à tortura e, consequentemente, ao terrorismo. No entanto, sabemos que atentados terroristas quase sempre  são efetuados por pessoas crentes, como veremos mais um caso aqui nesse artigo. Nunca se deve chamar "ateísmo militantes" de terrorismo, exceto se eles fizerem algo parecido com isto: o governador do Paquistão foi morto por se opor às leis de blasfêmia.


O ministro do Interior Rehman Malik disse que o assassino era um membro da equipe da própria segurança do sr. Taseer. Ele logo confessou o crime e que, aparentemente, trabalhou para o governador, em cinco ou seis ocasiões anteriores.

"Ele confessou que matou o governador, porque ele tinha chamado a "lei da blasfémia" de "lei negra", disse Malik.

"Ele confessou o crime e entregou a arma para a polícia após o ataque", disse ele a repórteres.

Isto é militância terrorista. Isto é mente fechada. Isto é fanatismo. Isto é intolerância.

Toda vez que aqueles babacas apologetas que se opõem ao discurso contundente aplicarem esses adjetivos para pessoas que simplesmente escrevem artigos e livros, estarão enfraquecendo qualquer objeção que se possa ter para os fanáticos de verdade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.