O artigo escrito por Religiousintelligence.com - com base nos resultados de uma recente pesquisa publicada pelo Pew Forum on Religion and Public Life - diz ter encontrado uma constatação que revela algo que os cientistas sociais têm sabido por muito tempo:
Segundo Phil Zuckerman e Dan Cady:
Jesus pregou inequivocamente misericórdia e perdão. Estes são supostamente virtudes básicas da fé cristã. Porém, os evangélicos são os mais favoráveis à pena de morte, sentenças rigorosas, condenações punitivas acima da reabilitação e ao uso governamental de tortura.
Jesus exortava os seres humanos para ser amorosos, pacíficos e não violentos. Porém, os evangélicos são o grupo de americanos mais favoráveis ao acesso fácil a armamentos, à pouca ou nenhuma regulação para a posse de revólveres e armas semi-automáticas, para não mencionar a invasão militar violenta de vários países ao redor do mundo.
Jesus foi muito claro que a busca da riqueza era contrário ao reino de deus, que os ricos serão condenados, e que para ser um seguidor dele significava dar o seu dinheiro aos pobres. Porém, os evangélicos são os mais favoráveis à ganância e ao capitalismo excessivo, e eles são os que mais se opõem à ajuda institucional para nações pobres - especialmente às crianças pobres.
Eles acrescentaram:
Eles odeiam tudo que cheire a "socialismo", apesar de que é essencialmente o que o "salvador" pregou. Eles desprezam os programas de tíquete alimentação, subsídios para escolas, hospitais, formação profissional - qualquer coisa que possa ousar ajudar aqueles em necessidade. Apesar de que "ajudar aqueles em necessidade" tenha sido exatamente o que jesus exortou os seres humanos a fazer. Em suma, os evangélicos são o segmento da América, que é o mais pró-militarista, pró-armas, e pró-empresarial, ao mesmo tempo em que afirmam ser o mais ardente dos amantes do "príncipe da paz".
Eles concluíram:
Claro, os americanos conservadores têm todo o direito de apoiar a ganância corporativa, o militarismo, a posse de armas, e a pena de morte, e se opor a previdência, ao vale-refeição, assistência médica aos necessitados, etc - é apenas estranho e contraditório quando reivindicam estas posições, como de algum modo "cristãs". Eles não são.



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